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Por quê fico sonolento na meditação?
Quando iniciamos as práticas meditativas, geralmente encontramos obstáculos, que vão desde encontrar um local adequado para meditar até estados equivocados da mente durante a prática. Desses obstáculos que podem ocorrer durante a prática, podemos destacar dois principais, que são o estado de agitação e o estado de torpor da mente.
Tendemos a ser influenciados por um desses dois estados, que são o excesso de dois estados importantes para a meditação, que são a atenção e o relaxamento. Dependo do temperamento de cada um, tende-se a cair em um desses dois obstáculos.
Quando passamos para além do estado de atenção e caímos facilmente no estado de agitação mental, com muitos pensamentos surgindo sem controle, é porque temos o temperamento de agitação.
Esse temperamento está relacionado com a atividade, o movimento, o estímulo, a inquietação. A predominância desse estado em nós, gera ira, arrogância, vaidade. A mente inquieta tem gosto por novidade e variedade, se entristecendo com a monotonia.
Já quando passamos além do estado de relaxamento e caímos facilmente no estado de torpor, com episódios de dormir durante a prática, é porque temos o temperamento de torpor.
Esse temperamento é de natureza oposta ao temperamento de agitação e ocorre quando vamos além do estado de relaxamento. O excesso desse estado leva à letargia, apatia, preguiça, confusão mental, fantasias, dificuldade de compreensão, desânimo, depressão.
Sua origem está nas reações do corpo e da mente ao poder da vontade. Uma mente com predominância no estado de torpor, tende ao embotamento, fazendo perder a acuidade do estado de consciência.
O estado da meditação em si, se encontra justamente no ponto de equilíbrio entre o estado de atenção e o estado de relaxamento. Assim, a meditação consiste em encontrar esse ponto de equilíbrio e permanecer nele. Por isso é importantíssimo que durante a prática busquemos esse ponto, desde o estado físico até o estado mental. Isso pode ser feito por meio de certas atitudes.
Outra causa de sono durante a prática é o cansaço. Depois de um dia cheio de trabalho é possível que se chegue para a prática muito cansado e, ao invés de meditar, acabe adormecendo e com isso comprometendo a prática. Neste caso, talvez o melhor seja acordar mais cedo e realizar as práticas pela manhã. A solução para o cansaço é o descanso, o repouso.
Além disso, uma boa solução para o temperamento de relaxamento, de letargia, é praticar exercícios físicos, fazer caminhadas regulares, praticar natação ou pedaladas.
Pode-se também fazer alongamentos ou uma caminhada antes da meditação, para elevar assim a energia de agitação e facilitando o estado de atenção, mas mantendo um equilíbrio para não vir a ficar cansado com o exercício físico.
Também é importante fazer uma alimentação leve antes da meditação, mantendo-se aí também um equilíbrio, não ficando com o estômago vazio, nem cheio demais.
Por fim, é importante adotar uma postura equilibrada durante a prática. A posição deitada, apesar de poder ser realizada, não é indicada para aqueles que possuem esse temperamento de relaxamento. Para esse, deve-se buscar uma postura sentado, com as costas apoiadas ou não, e ir variando a posição da coluna entre mais ereta ou mais encostada no assento até encontrar o ponto ideal entre o estado de relaxamento e o estado de atenção.
Assim, cada um deve buscar o seu ponto de equilíbrio, durante a meditação e até mesmo durante as atividades do dia a dia. Uma vez encontrado, é só deixar fluir e aproveitar o momento presente.
Por Fabio Balota
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