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Dê um Significado a sua Vida
Quando crianças, entramos para uma escola e continuamos estudando até completarmos a nossa formação na faculdade. É possível afirmar que o objetivo principal dessa educação formal é nos inserir em um sistema. Esse sistema de ensino tem suas coisas úteis, necessárias ao aprendizado, como matemática, português, química, física, geografia, história. Não serve apenas para passar nas provas e obter títulos. Porém, as coisas poderiam ser ensinadas de forma muito mais prática.
O que recebemos na gnose, ou dentro de qualquer filosofia, são informações. Tais informações que recebemos, sejam filosóficas ou espiritualistas, entram, inicialmente, no mesmo nível das outras informações e conceitos, para nossa mente, inicialmente, são todas iguais. Atualmente vivemos num mundo dessacralizado, o mito e os santos foram banalizados, a religião perdeu seu valor e não surgiu nada que pudesse trazer estes valores elevados para as pessoas. A dessacralização deixa o homem sem exemplos e assim ele vai sempre afundando moral e espiritualmente.
Na Índia, ensinavam-se as crianças através dos épicos Ramayana e Mahabarata. No cristianismo, ensinava-se sobre o Cristo e a vida dos santos como São Francisco, Santa Clara, Santa Rita de Cássia, Santa Teresa D’Ávila, São Joao da Cruz. Essas histórias falam das possibilidades do homem, trazem os ideais que povoavam a imaginação das pessoas com valores elevados e inspiradores. Quando não temos um objetivo de vida, podemos refletir sobre o que estamos fazendo, a razão de estarmos fazendo, e se essas ações estão dentro do foco do nosso objetivo de vida ou não. Assim, poderemos julgar sua importância; abandonar mais facilmente coisas sem importância; teremos um critério; saberemos que escolhemos um caminho e a razão dele ser importante para nós.
Todos nós buscamos a felicidade. Alguns acreditam que a felicidade seja uma situação perfeita em um mundo sem problemas. Nossa busca pela felicidade é a uma tentativa de nos libertarmos do sofrimento, não é uma busca por entender a nós mesmos, a nossa realidade. Nessa busca de felicidade, fazemos sempre as mesmas coisas, de maneira mecânica, esperando resultados diferentes. Como não questionamos, ficamos presos às mesmas ideias e ações, e os resultados continuam sendo dor e sofrimento.
A ideia comum de felicidade está relacionada com o prazer, com a insatisfação, com a impressão de que falta algo. Queremos uma situação perfeita, algo externo para justificar a felicidade. Do mesmo modo, a Primeira Nobre Verdade ensina que o sofrimento existe. A questão é o como nos relacionamos com o sofrimento. A fuga do sofrimento só gera mais sofrimento. A situação perfeita não existe.
A felicidade é o ideal de muitas religiões e filosofias. Ela surge quando paramos de gerar sofrimento para nós mesmos e para os outros. Está relacionada com bondade, compaixão, contentamento, altruísmo, desapego. A felicidade é muito mais uma paz interior, um silêncio interior, um estado de bem-aventurança.
Viver é estar presente, sentindo, tocando a vida, pois a vida só pode ser tocada no momento presente. É estar consciente, sentindo, percebendo o belo, a realidade. Quando há essa satisfação, podemos morrer em paz, mas se isso nunca ocorreu, sentiremos essa falta, e estaremos sempre nessa tentativa de fazer alguma coisa, numa insatisfação constante.
Através das práticas como yoga, meditações, canto devocional, aos poucos, nós vamos silenciando a mente, nos familiarizando com estados mais elevados e criando a possibilidade da experiência de presença. Viver é perceber a vida em tudo, é o perceber a beleza, é estar em harmonia com a vida. O êxtase de viver é presença, é sentir estar vivo, é sentir a plenitude da vida.
O significado da vida é viver. Afinal, o significado da vida é a própria transformação e a percepção de que estamos nos transformando e nos melhorando a cada momento, a cada dia. É chegar ao final com uma transformação real e sentir: “eu vivi”.
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