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Mudança de Hábito
O hábito é uma maneira usual de ser, sentir e fazer as coisas. É também um costume, uma regra: fazer tudo todos os dias da mesma maneira. O hábito é mecânico e, por esse motivo, é tão difícil mudá-lo.
Geralmente, um hábito se inicia através de um gatilho. Há gatilhos relacionados à hora, quando, por exemplo, é meio-dia e precisamos almoçar. Há outros associados a outras pessoas, quando, por exemplo, estamos sozinhos em casa e surge a vontade de conversar. Há também aqueles ligados ao comportamento, quando, por exemplo, alguém nos cobra algo e, de imediato, ficamos irritados.
O hábito também tem relação direta com o ego, embora não sejam a mesma coisa. O hábito é uma memória – sentimental, emocional ou intelectual. Já o ego está envolvido em uma memória, mas não é uma memória. Ele se desenvolve a partir da incorporação de sentimentos, pensamentos e ações. Conforme agimos de determinada forma e vamos repetindo esse comportamento, o ego vai nascendo e se encorpando, tornando-se como uma pessoa dentro de nós. Assim, quando perdemos o corpo físico, as memórias morrem e os hábitos vão embora, mas os egos permanecem em outras vidas, pois é como se fossem mesmo pessoas dentro de nós.
Podemos classificar o hábito em três tipos: emocionais, mentais e voltados para ação. Um hábito emocional surge quando ficamos irritados sempre que estamos no trânsito, por exemplo. Um hábito mental é quando ficamos pensando sem parar ou lembrando do passado. Já um exemplo de hábito voltado para ação é quando fazemos algo da mesma forma, como escovar os dentes sempre da mesma maneira.
Levados pela mecanicidade, muitas vezes esquecemos o nosso propósito ao fazer nossas tarefas. Já não lembramos o motivo pelo qual tomamos banho e escovamos os dentes, por exemplo. Ao perder o propósito, perdemos a consciência. E perdendo a consciência, tudo passa a ser feito de forma mecânica.
Muitas vezes, o hábito esconde a mecanicidade e o adormecimento. Como é difícil mudar, deixamos nos acostumar com as coisas para não passar por nenhum incômodo. Por esse motivo, é importante termos consciência do que estamos fazendo para, assim, poder mudar nossa forma de fazer as coisas.
A chave para a mudança é a observação. É importante observar cada hábito e relacioná-lo a cada um de nossos três centros principais: o intelectual, o emocional e o motor. Um limpador que tem o costume de limpar o vidro nos sinais de trânsito tem um hábito motor, por exemplo. Já alguém com o hábito de falar mal dos outros tem um hábito intelectual. Saber relacionar os hábitos a cada centro é importante para identificar onde devemos atuar.
Segundo o Mestre, devemos observar a chave SOL: Sujeito + Objeto + Lugar. Vamos começar nos observando para, depois, observar o objeto (aquilo que estamos fazendo). Por isso, vamos observar o local onde realizamos nossas ações. Com essa observação, seremos capazes de identificar os nossos hábitos e quais são os seus gatilhos.
Embora gostemos do vazio e da paz, nosso ego busca o tempo todo alguma sensação para nos apegarmos: uma ira, uma angústia, uma tristeza. Algo que nos dê a sensação de estarmos vivos e que, por esse motivo, nos dê prazer. Precisamos observar quais são as nossas recompensas para começarmos a mudar. Para isso, devemos realizar experimentos, identificando qual é o hábito, qual o gatilho e qual a sua recompensa. Por exemplo, se queremos parar com o hábito de tomar café depois do almoço, identificamos o seu gatilho: “toda vez que termino de almoçar, sinto vontade de tomar café”, e a sua recompensa: o prazer. A partir disso, podemos montar uma estratégia para ver o que colocar no lugar da rotina, daquele hábito. No caso do hábito de tomar café depois do almoço, pode ser algo parecido que nos dê prazer, como ligar a um amigo, por exemplo.
Nesse caminho, alguns perfis podem sentir dificuldade de mudar seus hábitos. Os três mais comuns são: o fogo de palha, que não dá continuidade a seu propósito; o obsessivo, que desiste do propósito por não obter resultado rápido; e o sossegado, que sempre o adia, não o realizando nunca.
Para obter sucesso, devemos seguir as cinco chaves de um mestre: instrução, prática, entrega, visualização e limite. Instrução consiste em estudar, ir atrás de informações; já a prática, em executar todo esse aprendizado. A entrega é ter coragem diante dos desafios. A visualização se trata de imaginar outra ação para substituir um velho hábito. Se sentimos, por exemplo, vontade de comer um chocolate às três da tarde, pensamos em outra ação para fazermos nessa mesma hora, como conversar com outras pessoas. Já o limite, por fim, consiste em dar um passo de cada vez, aqui e agora, até conseguir ultrapassá-lo de forma consciente.
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