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	<title>Arquivos Contos e Koans - Escola Gnostica</title>
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	<description>A Escola Gnóstica oferece cursos de Gnose, Esoterismo, Autoconhecimento, Aulas de Yoga e Meditação na Bela Vista. Aprenda a meditar e desenvolva sabedoria com nossos cursos e práticas.</description>
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		<title>Entre no Zen por aí</title>
		<link>https://escolagnostica.org.br/entre-no-zen-por-ai/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Balota]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2024 16:37:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos e Koans]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre no Zen por aí   Um mestre Zen estava caminhando em silêncio com um dos seus discípulos por uma trilha na montanha. Quando chegaram a um velho pé de<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="blog-titulo wp-block-paragraph">Entre no Zen por aí</p>
<p class="blog-justify"> </p>
<p class="blog-justify">Um mestre Zen estava caminhando em silêncio com um dos seus discípulos por uma trilha na montanha. Quando chegaram a um velho pé de cedro, eles se tentaram embaixo dessa árvore e fizeram uma refeição simples, com apenas de um pouco de arroz e hortaliças.</p>
<p class="blog-justify">Após a refeição, o discípulo, um jovem monge que ainda não descobrira a chave para o mistério do zen, rompeu o silêncio perguntando ao mestre:<br />– Mestre, como faço para entrar no zen?<br />Ele estava, é claro, perguntando como entrar no estado de <a href="https://escolagnostica.org.br/consciencia-subconsciencia-e-supraconsciencia/">consciência</a> que é conhecido como zen.</p>
<p class="blog-justify">O mestre permaneceu em silêncio. O discípulo esperou ansiosamente por uma resposta por quase cinco minutos. Ele estava prestes a fazer outra pergunta quando o mestre falou de repente:<br />– Está ouvindo o som daquele córrego da montanha?</p>
<p class="blog-justify">O discípulo não tinha notado nenhum córrego na montanha. Estivera mais preocupado em pensar sobre o significado do zen. Agora, enquanto começava a escutar o som, sua mente ruidosa se acalmou.</p>
<p class="blog-justify">A princípio ele não ouviu nada. Depois, seu pensamento deu lugar a um estado de alerta mais intenso e, de repente, ele ouviu o murmúrio quase imperceptível de um córrego a longa distância.<br />– Sim, consigo ouvir agora – confirmou.</p>
<p class="blog-justify">O mestre ergueu um dedo e, com um olhar que de alguma maneira era ao mesmo tempo feroz e gentil, complementou:<br />– Entre no zen por aí.</p>
<p class="blog-justify">O discípulo ficou perplexo. Era seu primeiro satori – um lampejo de iluminação. Ele sabia que o zen era sem saber o que era aquilo que ele sabia!</p>
<p class="blog-justify">Eles prosseguiram na sua jornada em silêncio. O discípulo estava impressionado com a manifestação da vida no mundo à sua volta. Sentia tudo como se fosse pela primeira vez. Pouco a pouco, porém, começou a pensar de novo.</p>
<p class="blog-justify">O silêncio alerta voltou a ser encoberto pelo ruído mental, e não demorou muito tempo para que ele fizesse outra pergunta.<br />– Mestre, estive pensando. O que o senhor teria dito se eu não tivesse sido capaz de ouvir o córrego?</p>
<p class="blog-justify">O mestre parou, olhou para ele, ergueu o dedo e disse:<br />– Entre no zen por aí.</p>
<p class="blog-justify"> </p>
<p style="text-align: right;"> </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Perfeita Alegria</title>
		<link>https://escolagnostica.org.br/a-perfeita-alegria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[suporte-wp]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Dec 2022 19:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos e Koans]]></category>
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					<description><![CDATA[A Perfeita Alegria   Certa vez, no tempo do inverno, São Francisco vinha com Frei Leão de Perúgia para Santa Maria dos Anjos, e o frio atormentava-o acerbamente. Chamou Frei<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="blog-titulo wp-block-paragraph">A Perfeita Alegria</p>
<p class="blog-justify"> </p>
<p class="blog-justify">Certa vez, no tempo do inverno, São Francisco vinha com Frei Leão de Perúgia para Santa Maria dos Anjos, e o frio atormentava-o acerbamente. Chamou Frei Leão, que caminhava um pouco à frente dele e disse: “Ó Frei Leão, ainda que os frades menores dêem em toda a terra um grande exemplo de santidade e de boa edificação, escreve, não estaria aí a perfeita alegria”.</p>
<p class="blog-justify">Caminharam mais um pouco e o Santo chamou-o novamente, dizendo: “Ó Frei Leão, ainda que o frade menor cure cegos, endireite os encurvados, expulse os demônios, devolva o ouvido aos surdos, o andar aos coxos e a palavra aos mudos e, o que ainda é maior, ressuscite mortos de quatro dias (cf. Mt 11:4), escreve que aí não está a perfeita alegria”.</p>
<p class="blog-justify">Chamando-o novamente mais adiante, disse: “Ó Frei Leão, se o frade menor soubesse todas as línguas, todas as ciências e escrituras, de maneira que soubesse até profetizar (cf. 1Cor 13:2) e revelar não só as coisas futuras mas até as consciências dos outros, escreve que aí não estaria a perfeita alegria”.</p>
<p class="blog-justify">Continuaram a caminhar e algum tempo depois chamou novamente: “Ó Frei Leão, ovelhinha de Deus, mesmo que o frade menor falasse a língua dos anjos (cf. 1Cor 13:2), e conhecesse o caminho das estrelas e as <a href="https://escolagnostica.org.br/virtudes-principios-e-valores/">virtudes</a> das ervas, e lhe fossem revelados todos os tesouros das terras; e conhecesse as virtudes das aves e dos peixes e dos animais, dos homens e das árvores, das raízes, das pedras e das águas, escreve, escreve que aí não estaria a perfeita alegria”.</p>
<p class="blog-justify">Pouco depois, clamou: “Ó Frei Leão, ainda que o frade menor soubesse pregar tão solenemente que convertesse todos os infiéis para a fé, escreve que não estaria aí a perfeita alegria”.</p>
<p class="blog-justify">E esse modo de falar durou por bem umas duas milhas. Então, Frei Leão, muito admirado com tudo isso, disse: “Pai, eu te peço da parte de Deus que me digas onde está a perfeita alegria”.</p>
<p class="blog-justify">Respondeu o Santo: “Quando chegarmos a Santa Maria dos Anjos tão molhados de chuva e congelados de frio, sujos de barro e aflitos de fome, e batermos na porta do lugar, e o porteiro vier irado, dizendo: “Quem sois vós?” e nós dissermos: “Somos dois dos vossos frades”. E ele, ao invés, disser: “Vós sois dois velhacos, que dais voltas pelo mundo roubando as esmolas dos pobres!”. E não nos abrir a porta, mas nos fizer ficar na neve e na água, no frio e na fome até de noite. Então, se suportarmos pacientemente as injúrias e repulsas, sem nos perturbar e sem murmurar, e pensarmos humilde e caridosamente que o porteiro nos conhece de verdade, e que é Deus que está excitando a língua dele contra nós, ó Frei Leão, escreve que aí está a perfeita alegria. E se nós continuarmos a bater e o porteiro, ficar perturbado como se fôssemos importunos, sair e nos pegar a tapas com muita dureza, dizendo: “Ide embora daqui, poltrões ordinários, ide para o hospital. Pois quem sois vós? Aqui não comereis de modo algum!”. E se nós suportarmos tudo isso com alegria e recebermos as injúrias com amor de todo coração:<br />ó Frei Leão, escreve que aí está a perfeita alegria.</p>
<p class="blog-justify">E se nós, atormentados por todo lado com a fome apertando, o frio afligindo, e ainda mais aproximando-se a noite, batermos, chamarmos e continuarmos a chorar para que nos abra, e ele, afinal, ainda mais arrebatado, disser: “São homens muito atrevidos e impudentes: vou acalmá-los!”.</p>
<p class="blog-justify">E sair com um porrete cheio de nós, agarrando-nos pelo capuz e nos jogando na neve e na lama, batendo-nos tanto com o cacete que nos encher de feridas, se suportarmos com alegria tantos males, tantas injúrias e pancadas, lembrando que devemos tolerar as penas de Cristo bendito, ó Frei Leão, escreve, escreve que aí está a perfeita alegria.</p>
<p class="blog-justify"> </p>
<p style="text-align: right;"> </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Krishna e Narada</title>
		<link>https://escolagnostica.org.br/krishna-e-narada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[suporte-wp]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Dec 2022 19:06:18 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="blog-titulo wp-block-paragraph">Krishna e Narada</p>
<p class="blog-justify"> </p>
<p class="blog-justify">Uma vez Narada foi até o senhor Krishna. Ele queria que Krishna lhe ensinasse sobre Maya. “Krishna, por favor eu quero entender Maya, me explique por favor”. Krishna disse: “Narada, Maya não pode ser explicada. Você só pode compreendê-la através da experiência. Venha comigo”.</p>
<p class="blog-justify">Então Krishna chamou Narada e eles foram para um deserto. Narada ficou confuso, porque pensou que Maya era o mundo e o mundo era onde estavam as pessoas. Ali ele começou a se distanciar da confiança em Krishna. Quando ele começou a julgar o método que Krishna estava usando.</p>
<p class="blog-justify">De repente Krishna começou a se sentir sufocado e pediu que Narada fosse buscar um pouco de água para ele.</p>
<p class="blog-justify">Então Narada saiu em busca da água e logo avistou um poço. Lá havia uma moça. Ele foi pegar a água, mas olhou para a moça que era muito bonita. Ele perguntou a ela: “eu posso pegar água neste posso?” E ela disse: “claro!”.</p>
<p class="blog-justify">Ali ele se encantou e então não conseguia mais tirar ela de sua mente. Foi tão intenso o encantamento que ele foi atrás dela e quando eles chegaram na vila, lá estava o pai dela esperando. “O que você quer forasteiro?”, disse o homem para Narada. Então ele disse que queria se casar com a filha dele. Ele respondeu: “casar com a minha filha significa assumir responsabilidades. Eu já sou um homem velho, logo deixarei este corpo. Se você quer casar com minha filha você vai ter que assumir meu trabalho, esta é a condição”. Narada pensou: “só isso para casar com aquela Deusa? Ok, aceito“!</p>
<p class="blog-justify">Então, houve um lindo casamento e Narada foi abençoado com cinco filhos. Seu sogro morreu e ele começou a tomar conta da vila e se revelou um grande administrador. Nunca a vila foi tão próspera. Narada estava no ápice de sua vida, no clímax do sucesso, quando aconteceu uma tragédia. Uma inundação cobriu a vila.</p>
<p class="blog-justify">Narada tentou salvar seus filhos e esposa, conseguiu um barco, mas o barco virou. Todos estavam desesperados chamando por ele, que tentando salvar a todos, foi perdendo um por um. Narada entrou no mais profundo desespero e começou a orar. Então ouviu uma voz assim: “Narada, onde está minha água?” Então ele se lembrou de Krishna e disse: por favor, senhor Krishna traga minha mulher e meus filhos de volta. Krishna disse: “Acorde Narada, nunca houve mulher ou filhos, isso é Maya.”</p>
<p style="text-align: right;"> </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nada Existe</title>
		<link>https://escolagnostica.org.br/nada-existe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[suporte-wp]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Dec 2022 19:01:27 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="blog-titulo wp-block-paragraph">Nada Existe</p>
<p class="blog-justify"> </p>
<p class="blog-justify">Um jovem estudante Zen, visitou um mestre após outro. Então foi até Dokuon de Shokoku. Desejando mostrar o quanto já sabia, o estudante disse, vaidoso:</p>
<p class="blog-justify">“A mente, Buddha, e os seres sencientes, além de tudo, não existem. A verdadeira natureza dos fenômenos é vazia. Não há realização, nenhuma delusão, nenhum sábio, nenhuma mediocridade. Não há o Dar e tampouco nada a receber!”</p>
<p class="blog-justify">Dokuon, que estava fumando pacientemente, nada disse. Subitamente ele acertou o jovem na cabeça com seu longo cachimbo de bambu. Isto fez o jovem ficar muito irritado, gritando xingamentos.</p>
<p class="blog-justify">“Se nada existe,” perguntou, calmo, Dokuon, “de onde veio toda esta sua raiva?”</p>
<p class="blog-justify"> </p>
<p style="text-align: right;"> </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nada Santo</title>
		<link>https://escolagnostica.org.br/nada-santo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[suporte-wp]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Dec 2022 18:56:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nada Santo   Certa vez Bodhidharma foi levado à presença do Imperador Wu, um devoto benfeitor buddhista, que ansiava receber a aprovação de sua generosidade pelo sábio. Ele perguntou ao<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="blog-titulo wp-block-paragraph">Nada Santo</p>
<p class="blog-justify"> </p>
<p class="blog-justify">Certa vez Bodhidharma foi levado à presença do Imperador Wu, um devoto benfeitor buddhista, que ansiava receber a aprovação de sua <a href="https://escolagnostica.org.br/sobre-a-generosidade/">generosidade</a> pelo sábio. Ele perguntou ao mestre:</p>
<p class="blog-justify">“Nós construímos templos, copiamos os sutras sagrados, ordenamos monges e monjas. Qual o mérito, reverenciado Senhor, da nossa conduta?”</p>
<p class="blog-justify">“Nenhum mérito, em absoluto”, disse o sábio.</p>
<p class="blog-justify">O Imperador, chocado e algo ofendido, pensou que tal resposta com certeza estava subvertendo todo o dogma buddhista, e tornou a perguntar:</p>
<p class="blog-justify">“Então qual é o Santo Dharma, o Primeiro Princípio?”</p>
<p class="blog-justify">“Um vasto Vazio, sem nada santo dentro dele”, afirmou Bodhidharma, para a surpresa do Imperador. Este ficou furioso, levantou-se e fez sua última pergunta:</p>
<p class="blog-justify">“Quem és então, para ficares diante de mim como se fosse um sábio?”</p>
<p class="blog-justify">“Eu não sei, Majestade”, replicou o sábio, que assim tendo dito virou-se e foi embora.</p>
<p style="text-align: right;"> </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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